Exames

O que é?

Um exame que avalia através de endoscopia desde o canal urinário até o interior da bexiga permitindo visualizar locais de sangramentos, presença de lesões e coleta de biópsia para auxílio diagnóstico.

Para quem?

Pessoas que apresentem sangramentos ou dores recorrentes do trato urinário sem causa definida, pacientes fumantes e com idade superior a 50 anos, pacientes com dificuldade miccional associado a hiperplasia prostática benigna e com planejamento de correção por ressecção transuretral e em pacientes que não apresentem melhora pós-operatória de cirurgias de próstata e bexiga. Também serve para diagnóstico e acompanhamento de recidiva em tumores de bexiga.

Como é feito?

O paciente esvazia a bexiga no banheiro. Numa sala ele é conduzido até uma maca e colocado em posição ginecológica, onde um equipamento de endoscopia urinária, acoplado a uma câmera e um monitor de vídeo, irá permitir ao médico a visualização da bexiga e uretra. A anestesia é local por meio de colocação de um gel no canal urinário contendo lidocaína.

Quais são os riscos?

Podem ocorrer sangramentos urinários e dores miccionais principalmente se uma biópsia for necessária.

O que é? 

Também conhecido como prova de função pulmonar, é um exame realizado através de um aparelho de nome espirômetro, que detecta o volume inspirado e expirado de ar pela boca e a velocidade de entrada e saída. Trata-se de um exame indolor, realizado em consultório médico e com duração de 15 a 20 minutos.

Por que isso é importante?

Diferenciar uma condição obstrutiva (uma asma, uma doença pulmonar obstrutiva) de uma restritiva (fibrose pulmonar) é fundamental para o tratamento e para a previsão de complicações.

Em uma asma, por exemplo, o uso de broncodilatadores e anti-inflamatórios inalatórios, além da detecção dos agentes alergênicos ajudam no reestabelecimento ventilatório. Já nas fibroses pulmonares, além de aconselhar medidas de retirada do agente causador (cigarro ou um componente químico presente no ambiente ocupacional) pode detectar piora da restrição a ponto da necessidade da suplementação de oxigênio domiciliar nos casos mais graves. Estando aí a importância deste exame no acompanhamento de doenças ocupacionais nos setores industriais de metais, tintas, couros, refinarias, resinas, borrachas e cerâmicas.

O que é?

Exame para avaliar se a capacidade de armazenamento e esvaziamento da bexiga estão adequados, assim como a continência urinária e sua associação com o esfíncter uretral.

Para quem?

Auxilia no diagnóstico de pacientes com queixas de incontinência urinária tanto em pacientes que planejam se submeter a correção cirúrgica, quanto nos pacientes já submetidos e não totalmente continentes. Para investigação de hiperatividade detrusora em pacientes com suspeita de doenças neurodegenerativas (destaque especial para Parkinson, Alzheimer, AVC, cirurgias cerebrais e de coluna, paraplegias/tetraplegias e sintomas irritativos vesicais (infecções urinárias de repetição) sem causa aparente.

Como é feito?

O paciente realiza uma   (veja o artigo descrito em nossa página)

Com a bexiga vazia o paciente é deitado em uma cama e colocado em posição ginecológica para passagem de duas sondas pelo canal urinário e uma pelo canal intestinal (pelo ânus). Estas sondas são fixadas para não saírem do local e conectadas com um sistema de computador e o paciente é colocado em posição em pé. Inicia-se então enchimento da bexiga por soro fisiológico e o paciente vai relatando sua percepção de sensação miccional e de bexiga cheia através de intensidade leve (primeiro desejo miccional), moderada (desejo miccional verdadeiro) e grave (forte desejo miccional). Durante esta fase, manobras de esforço de tosse são solicitadas e a observação de perdas urinárias são analisadas. A partir de então o paciente senta-se em uma cadeira em formato de vaso sanitário e realiza a micção. Todas as informações são interpretadas pelo sistema de computação, que com informações acrescidas do médico que realiza o exame em parceira com a técnica de enfermagem, analisam números, gráficos e fórmulas para a emissão de um laudo.

Riscos?

Pequenos sangramentos e infecções urinarias podem ocorrer em decorrência deste exame e em casos raros, porém mais graves, reflexia vasovagal pode ocasionar tonturas, bradicardia, náuseas e vômitos, sendo necessário a suspensão do exame devido a risco de desmaio e arritmias cardíacas

O que é?

Exame que fornece informações sobre tamanho e formato dos rins, assim como presença de cistos, cálculos (também conhecido como pedras) e tumores.

Para quem?

Auxiliam no diagnóstico apenas de causas urológicas para sintomas de dor nas costas, na barriga, ardência, retenção e sangramento miccional.

Como é feito?

O paciente precisa estar com a bexiga cheia (vontade miccional normal, sem exageros) e deitado em uma cama e na posição lateral (direita e esquerda) com o braço estendido acima da cabeça para ampliar os espaços entre as costelas, são visualizados os rins e na posição de decúbito dorsal  (com a barriga para cima) é visualizado a bexiga. Dados de medidas são anotados para a emissão de um laudo.

Riscos:

Exame bem seguro por não ser invasivo e não necessitar de contrastes. Dores podem ocorrer em pacientes que estiverem com a bexiga muito cheia ou tiverem a sua capacidade reduzida.

Para que serve?

 É importante na detecção de nódulos com calcificação ou cistos no interior dos testículos. O doppler avalia aspectos de malignidade nos nódulos como a presença de rica e desordenada vascularização (vasos irregulares e arqueado) e mede o índice de resistividade. Já nos cistos, serve para acompanhamento de crescimento e indicação cirúrgica. Outra utilidade do doppler está na detecção de varizes escrotais com a medida do diâmetro das veias do plexo pampiliforme em repouso e com o paciente em manobra de valsalva (quando ele faz uma prensa abdominal ou assopra a sua própria mão). Particularmente este achado é importante na causa de infertilidade e dor testicular crônica. A observação de conteúdo de alças intestinais na região escrotal sugere a presença de hérnia inguinoescrotal, cujo o tratamento é cirúrgico, e o diferencia de acúmulo de liquido (dito hidrocele), que apesar de tratamento cirúrgico, tem abordagem diferente da primeira. 

 

Para quem?

Casos de infertilidade, dores testiculares (principalmente para diferenciação de torção testicular e orquiepididimite), aumento do volume escrotal e percepção de um nódulo são as principais indicações deste exame.

 

Como é feito:

Coloca-se gel diretamente na região escrotal, sendo necessário apenas raspagem dos pelos da região escrotal para melhor visualização. Exame indolor e sem riscos conhecidos.

O que é?

Exame que avalia se a velocidade do fluxo urinário durante uma micção está adequada, de forma não invasiva.

Para quem é indicado?

Pacientes com ardência miccional recorrente, percepção de enfraquecimento do jato urinário, aumento do número de vezes que sente vontade de urinar, para avaliar resultado de melhora em pacientes submetidos a ressecção transuretral de próstata e  resposta adequada á medicamentos para hiperplasia prostática benigna .

Como é feito o exame?

Paciente precisa beber água para estar com vontade de urinar. Os equipamentos lembram um vaso sanitário com uma balança de precisão, conectados a fios em um sistema de computação que analisa a velocidade do fluxo urinário através de gráfico de distribuição e valores numéricos.

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